O celular pode matar?

Celular pode matar?Você já se perguntou se pode acontecer alguma coisa com o seu corpo pelo uso excessivo? Descubra aqui se isso pode acontecer.

Basta olhar em qualquer direção para vermos que o celular está presente em todos os ambientes em que convivemos, tornando-se uma extensão do corpo humano.

Que o celular está presente em nosso dia a dia, não há como negar. Seja em casa, no trabalho, no parque, no cinema, e até dentro de uma piscina.

Sim! a tecnologia nos proporcionou o uso do celular em todos os momentos de nossa vida, desde o nascimento até a morte.

Mas até que ponto esse uso desenfreado pode ou não ser prejudicial à nossa saúde, ou até mesmo na convivência diária com os outros? Será que o Celular pode matar?

Celular pode matar por causa das ondas de Radiofrequência?

Desde o seu surgimento até os dias de hoje, o celular transita entre as esferas do bem e do mal.

Assim como tantos outros objetos do nosso dia a dia. Muito já se ouviu falar sobre os possíveis malefícios causados pela emissão das ondas de radiofrequência.

Porém até agora, não há consenso sobre as consequências reais de estarmos expostos a tais radiações.

Diversas pesquisas foram realizadas sobre a emissão de ondas de rádio, e seus resultados mostram algumas oposições.

O próprio FDA dos Estados Unidos realizou, recentemente, estudos sobre os efeitos dessa radiação para o ser humano.

Nas pesquisas realizadas pela vigilância sanitária norte-americana, foram considerados dispositivos que emitissem radiação elevada, independente da marca ou do modelo.

Os resultados até agora encontrados não demonstram, de forma conclusiva, os reais efeitos do uso do celular.

Para o FDA, esses estudos evidenciam que não há perigo no uso deste tipo de dispositivo.

Já para a OMS, a exposição a longo prazo a esse tipo de radiação oferece riscos aos seres humanos.

No entanto, a Sociedade Americana Contra o Câncer afirma que, as ondas emitidas pelo celular, não são capazes de causar câncer.

Radiação não-ionizante

Então o que se sabe até agora, é que a radiação emitida pelos celulares, equipara-se àquelas emitidas pela TV e rádio. Ou seja, essa radiação não-ionizante, não seria suficiente para causar danos a nossa saúde.

Ainda assim, médicos e estudiosos alertam para a quantidade de tempo em que estamos expostos a estas radiações.

Visto que nosso cotidiano é repleto de equipamentos que emitem este tipo de onda de baixa frequência.

Além do celular, TV e rádio, convivemos com telas de computadores, tablets, sinais de Wi-Fi, micro-ondas.

Então, tornar o celular o único vilão nessa questão, não seria o mais sensato. Nossa rotina é permeada de equipamentos que utilizam ondas de radiofrequência.

Outras consequências

Se as ondas não-ionizantes são prejudiciais ou não, ainda não temos certeza. E pelo visto, a discussão vai longe. Mas outros pontos também devem ser considerados quando se fala no uso do celular.

Além da questão da radiação, é necessário atentar-se para os cuidados com a visão. Atualmente, o brasileiro permanece conectado em seus dispositivos móveis, cerca de 5 horas por dia. Oftalmologistas alertam para o uso demasiado dos aparelhos, principalmente com a falta de regulação da luminosidade emitida pelos celulares.

Cresce o número de pacientes

Assim, as queixas nos consultórios são grandes, e sempre giram em torno irritação, olho seco, visão embaçada, dores de cabeça.

O mais indicado é sempre o uso moderado dos equipamentos, fazendo pausas a cada hora. Além disso, o piscar constante e o uso de colírios que ajudem na hidratação dos olhos é imprescindível.

Outra queixa recorrente dos usuários de celular é a tão conhecida tendinite. A tendinite é uma inflamação nos tendões, provocada principalmente por movimentos repetitivos, e causam dores em diversos membros.

Sabe-se que o uso excessivo do celular tem provocado um aumento nos casos de tendinite, principalmente nas mãos, braços, ombros e costas. Novamente, o aconselhamento é de moderação, e também de pausas a cada hora de uso para a prática de alongamentos.

Mas além das questões oculares e musculares, o uso excessivo do celular prejudica, e muito, o convívio social. Estamos nos tornando cada vez mais tecnológicos e cada vez menos seres sociais.

Muitos são os entendidos sobre os aplicativos que surgem todos os dias. Diversos são os sábios sobre os modelos de celulares lançados a todo instante.

Vemos especialistas em postar fotos do melhor ângulo a cada esquina. Mas pouco se vê daquele ser humano que ainda sabe olhar nos olhos do outro e conversar frente a frente. Somos uma humanidade, mas com escassez de humanos.

Assim o celular mata! E em primeiro lugar a nossa sociabilidade, o nosso convívio e depois as consequências de um uso exagerado do celular, álcool e outras coisas. Então, por fim, o celular pode matar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.